Friday, September 18, 2009

A Cabana

Foi o que li essa semana. Confesso que estava com muita preguiça, mas não resisto à livros ganhados ou emprestados. Com A Cabana não foi diferente.

A história é bem triste e começa com o desaparecimento de Missy, uma garotinha de seis anos, durante um acampamento com a família. Com a evidência de que ela havia sido vítima de um serial killer, o pai entra num profundo deserto assim que encontra o vestido da menina sujo de sangue dentro de uma cabana. O deserto denominado de "A Grande Tristeza", acompanha Mackenzie por anos à fio, até que um convite para retornar ao lugar que marcou a tragédia lhe aparece.

A apresentação do livro deixa claro que se trata de um relato verídico, vivenciado por um amigo do autor. Porém já vi uma entrevista em que o cara fala que se trata de um conto. O fato é que o enredo traz a experiência de Mac ao ter a oportunidade de encontrar Deus (Papai), Jesus e o Espírito Santo (Sarayu) no mesmo lugar em que sua filha foi assassinada. E ali, no meio da dor, a cura emergiu diante do relacionamento pessoal com a Trindade. Relacionamento: essa é a temática do livro.

Na minha opinião não interessa se aquilo aconteceu ou não. Porque as experiências que as pessoas têm não são para ser debatidas. Elas podem ser compartilhadas e cabe a cada um acreditar ou não. Mas para mim fica a essência que o conto transmite.

Pode ser chocante lidar com a forma como o autor apresenta a Trindade, mas ao meu ver isso só acontece porque somos tentados à encaixá-la dentro dos nossos achismos. Eu parei de tentar "achar" algo sobre Deus. Porque na minha opinião Ele é e ponto final. Onde Ele está tudo é diferente. E isso não se discute.

A Cabana fala de relacionamento, de vida, de intimidade, de perdão, de pessoas. E gostei da abordagem a esses assuntos não ser do tipo "auto-ajuda", mas sim de "Alto-ajuda". Porque realmente acredito que sem um relacionamento com Deus (seja da forma que for) é muito difícil lidar com os desertos que invariavelmente invadem a vida sem pedir licença. Mac se resgatou ao enfrentar a origem da "Grande Tristeza" e cada dia me convenço mais do poder que há nesses confrontos (sempre que orquestrados pela mão divina).

Gostei também da forma como as discussões teológicas são tecidas, mesmo que não concorde absolutamente com todas as ideias apresentadas. E a minha visão diante disso é simples. Não é errado ter dúvidas, discordar do que você ouve, questionar as ideias apresentadas por aí a fora. Errado, para mim, é se achar dono da verdade e não se abrir para ouvir um outro lado.
É assim que vejo A Cabana. Não uma fórmula pronta, mas um convite para o diálogo.

36 comments:

Alexa =) said...

Olá Iana

Conheci seu blog através do twitter (eu te sigo!).

Eu li tb "A Cabana" e em alguns momentos de minha leitura fui levada a alguns pontos do meu relacionamento com Deus, com a intensidade que eu vinha fazendo... juro que em alguns momentos chorei, nem tanto pelo livro, mas pq me ajudou a trazer a tona sentimentos que andavam adormecidos.

Como vc mesmo disse, não concordei com o livro todo, em algumas passagens achei totalmente ilusório (como o momento em que Mac está dentro da caverna vendo sua filha do outro lado).

Enfim, toda leitura é importante para nos acrescentar algo, mesmo que seja infimo!!!

parabéns pelo blog!

Bjs

Alexandra

Lê said...

Oi Iana!

Muito interessante o livro. Eu já tinha ouvido falar, mas não li.

Não é preciso vivenciar uma dor tremenda como a perda de um filho para se aproximar do Senhor. Mas o "engraçado" é que nas horas de profunda tristeza, é que criamos mais intimidade com o Pai.

Sem dúvida, enfrentar o deserto com Jesus é mais fácil.

Bjoca,


Bjs!!!

*Nán!nh@* said...

Como disse no twitter, recebi indicação deste livro várias vezes, mas algumas pessoas me alertaram que não seria bom lê-lo por ser "anti-bíblico". Não fazia ideia da sinopse e estou bem curiosa (mais do que antes).
Como confio nas tuas dicas depois de algumas experiências, decidi que este livro entrará na minha lista. Afinal, devemos sempre "reter o que é bom".
Tenho apenas dois livros na fila de espera (li outros 12 em menos de um mês... huahua!), mas grana para comprar "A Cabana", só em outubro... hehe!

Natália Caplan
Manaus - AM

Nine said...

Esse é um dos 7 livros me esperando, rs. Como é um livro de casa, acabo deixando de lado pra ler os emprestados. Mas, fiquei curiosa depois do seu post, e vou descansar um pouco com os emprestados e ler "A cabana" quando terminar "Eclipse".
Xero

Cíntia Mara said...

Oi, Iana!

Quando li esse livro tive várias reações, indo do tédio e preguiça até o susto e a empolgação. Deus falou e ainda tem falado muito comigo sobre essa questão do relacionamento com Ele. Esse livro foi apenas um dos meios que Ele usou e tenho certeza que ainda há muito o que aprender.

Também não concordei com tudo, mas como você mesma disse, não somos donos da verdade e aprender a discutir sobre as nossas dúvidas é uma boa prática.

Bjs

Cida Gama said...

Ei Iana,

Li este livro sem grandes expectativas, sou meio avessa á livros que estão na moda...

De ínicio achei muito dramático, mas depois do encontro das pessoas que simbolizam a trintade, comecei a ficar curiosa.

Não dá mesmo para concordar com tudo, mas teve umas partes que parecia que autor falava de mim.

Eu fiquei pensando no tanto que a gente complica e atrapalha o trabalhar de Deus, mas penso também que algumas coisas por mais doloridas que sejam são necessárias para que justamente a gente perceba o quanto precisamos dele na nossa vida.

Dialoguei bastante...

Beijo

Rodrigo said...

Eu estava curioso com relação a este livro. Matou um pouco dela.

Vou ler assim que tiver a oportunidade.

Valeu.

Rodrigo said...

quero muito ler esse livro....
estao querendo traduzir pro finlandes, mas acho q prefiro ler em portugues msm :P

bjus

Alini said...

Ola Iana

Vc e suas dicas de livros ja ouvi falar desse livro penso que é muito bom.

Me lembro um tempo atras vc nos deu uma dica de um filme chamado Marley e Eu.

De 1 eu li o livro fazia muito tempo que não lia um livro amei d+ me emocionei e dei boas gagalhadas lendo.Deu uns dias que terminei de ler eu assitir o filme o que vc indicou lindo d+ tbem.Qdo assitir lembrei de sua dica

Continue nos dando dicas de livro e filme ok

Bjussss

adriana araujo caradec said...

Olá Iana a Paz, eu também li o livro terminei a duas semanas.Você relatou fielmente o que penso da história ,amei o enredo apesar de discordar de alguns momentos .mas serviu para eu me questionar em relação as minhas atitudes e o relacionamento com Deus. amo seu blog estou sempre me atualizando nos assuntos com vc. bjs adriana

AngelMi said...

Oi Iana,
Já tinha ouvido falar desse livro também mas até então não tinha lido...
Mas perdi minha sobrinha de 8 dias a exatamente 1 mês atrás e desde que a "grande tristeza" começou a querer me tomar, resolvi ler o livro.
Chorei quando eles tratam sobre a independência do homem... e foi reconfortante ler e ter a convicção de que Deus não traz os sofrimentos para nós, mas os usa para nos fazer crescer.
Pra mim a leitura foi uma verdadeira "Alto-ajuda" num momento onde tudo estava ainda muito confuso... como canta o Kirk Franklin "How can I trust God in all this mess? "
Pra mim, ler sobre o encontro dele com a Trindade, foi fantástico... era tudo o que eu queria fazer...
Eu ia até te perguntar se você já tinha lido, mas lembrei que você não gostava de livros de auto-ajuda hehehe
Beijos,
Mi

Natalia Saldanha said...

Esse livro é muito lindo!
E amei as suas palavras sobre ele!
Você escreve muito bem!
Beijo!

Samantha said...

Oi Iana,
Acredito muito naquilo que você escreveu. Ao ler este livro encontrei várias coisas discordantes do cristianismo que conheço, mas também vi uma abordagem sobre relacionamento com Deus que me fez devorá-lo. Gostei tanto do livro que até ao meu pastor eu dei o livro. Que bom vê-lo citado por aqui

Rachel said...

Ao contrário da maioria, quando tomei A Cabana para ler, não fazia ideia do quê se tratava e também nunca havia ouvido falar sobre ele. (não era conhecido).
Deixo aqui, a opinião que deixei numa comunidade de céticos no orkut, cujo tópico tratava do assunto.

"Li, me entendiei em alguns momentos, mas prossegui até o fim e garanto: O LIVRO É, SEM RODEIOS E DEMASEIOS, BOM!

Muito Bom!

A visão conservadora de uns, com a visão categórica, crua e pouco apreciadora de outros, faz com que antes mesmo de conhecer a obra, a julguemos como algo ínfimo ou infame, (como fez a Lisa, me desculpe Lisa, mas você o fez.) porém vale ressaltar a SIMPLICIDADE crônica da obra, que a torna acessível e interessantíssima.

À medida que o leitor é capaz de abrir mão de conceitos pré-moldados por críticos NÃO TÃO BONS ASSIM e lê, apropriando-se de sua capacidade pessoal de julgar, a obra se torna irresistível.

DEUS É SIMPLES, A EXPLICAÇÃO DOS INÚMEROS "PORQUÊS" DA VIDA HUMANA É SIMPLES, A MANEIRA COMO JESUS SE APRESENTA É SIMPLES, E ATÉ A DOÇURA DO ESTRANHAMENTO DE MACK COM O ESPÍRITO SANTO É SIMPLES.

Leia. "

=D

Giovanna Borgh said...

Comecei adorando o livro, mas depois achei muito redundante e muita viagem para explicar um fato. E não achei nenhum conceito novo sobre a explicação do nosso relacionamento com Deus, nada que não seja explicado em oração; mas achei importante para as pessoas que não possuem essa oportunidade de reflexão por estarem em uma igreja ruim, ou por não estarem em nenhuma.

Mas, abandonei a leitura pq fiquei com medo de terminar pior.rs

Mas, no geral, é um bom livro, até dei de presente.
E se tornou best seller, muito legal!

abs

ah, o que achou do skoob?

Daniel Guanaes said...

Acho que a polêmica que rolou em torno de A Cabana, quando o livro foi lançado, é uma pequena demonstração de como evangélicos são ignorantes - no sentido próprio da palavra - quanto à possibilidade dese aproximar de materiais considerados heterodoxos, sem serem "contaminados". Pra falar a verdade, nem acho que o livro é heterodoxo. Acho apenas que é uma ortodoxia com uma roupagem diferente. Engraçado que esse livro tão crucificado tem sido um bom instrumento pra mostrar o amor desse Deus infinito-pessoal praquqles que ainda não crêem nele. Eu achei A Cabana sensacional! Altamente recomendado. Aquele Papai/Tia anastácia é demais!

Rachel said...

Afinal, qual é o MEDO que os Cristãos sentem em conhecer coisas novas?
Que tipo de fé volúvel é essa, que diante de um livrinho ameaça esmorecer?
Não sou nenhum tipo de cristã "neoliberalista" nem nada, sou até bem "tradicionalzinha", mas me incomoda quando alguém diz, AINDA QUE INVOLUNTARIAMENTE, que não vai ler ou ouvir ou assistir tal coisa pra não... TITUBEAR? ESMORECER? TORNAR-SE INCRÉDULO?

Sem querer criar contendas, sugiro aos que pensam assim, que reavaliem o que de fato é fé e creditem a ela a força transdimensional que a rege.

=D

Aline Adães said...

Olá...

Também tenho algumas considerações p/ fazer a respeito desse livro, mas pela falta de tempo escreverei em outra oportunidade.
Agora, só por curiosidade, quais são os pontos discordantes que vc encontrou em "A cabana"?

Cordialmente
Aline

Marcelao said...

Legal que vc gostou desse livro. A verdade é que o autor (Paul Young) escreveu “A Cabana” como um testemunho/confissão para os seus filhos. O livro é baseado na vida dele. Ele foi um filho de missionário ultra abusado na infância e detonou seus relacionamentos na vida adulta. A "cabana", segundo Paul, simboliza aquele lugar secreto em nossa alma onde guardamos os podres e tudo aquilo do que envergonhamos em nossa vida.
O lindo desse livro é que Deus está presente até mesmo nesse lugar nojento, escuro e repugnante da nossa alma. Enquanto relutamos em entrar nesse barraco (o que pessoalmente seria minha tradução do título) o próprio Deus está lá nos esperando de braços abertos... pronto pra nos limpar e curar.
O autor veio em nossa igreja pra uma noite de entrevista, testemunho e dedicatórias. Nós temos uma copia autografada por ele... foi mal, heim. :0)

An? Meu nome? said...

Olá! Poxa, também amei esse livro, falou intensamente comigo. Também parei de achar... pude ter uma nova forma de enxergar a Trindade... bem mais simples! A parte que mais me marcou foi quando relatou que Deus não se decepciona conosco porque não deposita expectativas em nós...=o

Muito bom Iana!!!!!!!!!
Que Deus continue a derramar!

Gabi said...

"Errado, para mim, é se achar dono da verdade e não se abrir para ouvir um outro lado." Essa frase é perfeita. Ah, se todos pensassem assim...
Concordo e assino embaixo de tudo q o Marcelão disse (exceto a parte do autógrafo no livro pq isso eu não tenho, rs... =P ). Li o livro ano passado e me tocou de tal forma q durante um tempo eu só presenteei as pessoas c ele e não sabia falar e outra coisa... indicava o livro pra todo mundo, hehehe.

Wesley said...

A última fase no post da Iana é exatamente o que ficou no meu coração quando li A Cabana. "É assim que vejo A Cabana. Não uma fórmula pronta, mas um convite para o diálogo." Depois de ler o livro dá vontade de deitar tomar café com DEUUS, deitar no Pier com Jesus e ir arrumar o meu jardim com o Espírito Santo!! Da muuuuuuuta vontade!!

DÊ said...

oiiiii esse livro entrou pra lista dos meus favoritos...
um grande abraço tava com saudade de passar por aqui...
beijão

´´ Eu parei de tentar "achar" algo sobre Deus. Porque na minha opinião Ele é e ponto final.

PS> AMEI essa parte.

Hermes C. Fernandes said...

Parabéns pelo belo trabalho no blog. Já estou seguindo.

Aproveito para lhe convidar a conhecer o meu blog, e se desejar segui-lo, será uma honra.

Seus comentários também serão muito bem-vindos.

www.hermesfernandes.blogspot.com

Abraço fraterno!

Thaty nogueira said...

POIS É... VOU COMPRAR ESSE LIVRO PRA LER, SEU POST FOI TÃO, TÃO... NEM SEI QUE PALAVRA USAR RSRSRS
NÃO VOU RESISTIR VOU COMPRAR E DEVORAR AS PÁGINAS!
VLW PELA DIK
BJOS MANA LINDA!

Fabrícia Nunes said...

Amei e recomedo a todos!!!! foi um livro que me levou a mergulhar dento da minha alma e rever quantas coisas podre que havia dentro de mim.Mas fique impactada em saber que este livro foi baseado em algo real como relatou o Marcelão, pois não sabia na integra sobre o autor.
Muito show seu ponto de vista.
Bjs

Ivy said...

Adorei o post, há tempos queria saber sua opinião sobre o livro.
Abraços

P.S terminei de ler "Para Francisco", comprei depois de ler um post seu sobre ele...que livro! Que história! Que amor! Que aprendizado!!!

Ivy Garcia

Heloisa Pettenan said...

Ai Iana..
perfeito esse livro..
ameii!!!!
pra mim tb não importa se aconteceu ou não de verdade, o que importa é que fui muito tocada por Deus lendo este livro..
Aprendi muito sobre perdão.
=D

Leandro Neri said...

Eu li o livro, mas nem lembro de ele deixar essa dúvida sobre ter sido real ou não... O_o
Pra mim, era uma história inventada só... rsrs

Mas enfim... Eu gostei do livro, apesar de, assim como vc, não concordar com tudo tbm!

Se vc se interessar, dá uma lida em uma crítica que fiz em meu blog depois que li o livro...
http://neribing.blogspot.com/2009/05/polemica-cabana.html

Abraço, Iana!

Lara said...

Olá Iana!

Conheci você através do Mudança e do DT e gosto muito dos seus textos. Venho acompanhando há meses seu blog e twitter, e nesse tempo pude ter convicção de que você é o que é não usa máscaras (o que muitos principalmente no meio evangélico, fazem). Talvez, por isso, eu ainda continuo acompanhando, rsrs.
Que Deus continue te abençoando e que sua vida seja instrumento de Cura para as nações.
Fique na graça!

cordaode3dobras said...

Vc é uma benção!

Pequena em Detalhes said...

eu amei o livro,
e mais ainda sua presença la em casa no rodizio!!
vc ta linda!!
beijos!
fica com Dios!

Tatiana said...

Tô querendo comprar, mas estou com dúvidas!
Vou ler a resenha de novo pra ver o que decido! haha

Beijos lindona!

Amo-te em Cristo!

Tati

Iana Coimbra said...

Alexa: Eu tb chorei. Mas me fazer chorar não é vantagem nenhuma, pq choro até em comercial de margarina.rs. Muito obrigada pela visita e volte sempre!

Lê: O problema é que a gente é meio burro. Ia ser mais fácil se aproximar sem a dor, não é mesmo? Beijos!

Natália: Crente é muito chato! E detesto esse tipo de comentário que é "anti-bíblico", pq quando vc já parte desse ponto se perde muitas oportunidades de se reter o que é bom, como vc mesma disse. E que sejamos sempre surpreendidas pelas novidades. :)

Nine: Espero que goste. :)

Cíntia: Eu tb teve hora que quase abandonei, mas isso parte contra meus princípios. Mas valeu a pena permanecer. :)

Cida: Que bom que vc se abriu para esse diálogo. ;)

Rodrigo: Leia e depois conte!

Rô: Tá abandonando sua língua materna, é?rs

Alini: Pode deixar!

Adriana: Que bom que vc ama o I-relevante! Venha sempre!

AngelMi: Que triste.... Mas tenho certeza que Deus consolará vcs, pq só Ele, não é mesmo? Continuo não gostando de auto-ajuda e não acho esse livro o melhor de todos os tempos, mas sempre há coisas boas para se abstrair.

Natália: Muito obrigada!

Samantha: O que é bom a gente passa para frente, né.

Rachel: Eu não o achei tão bom, assim, mas gostei de alguns insights. Resolvi não colocá-los aqui porque daria pano para manga!

Gi: Concordo com vc, mas acho que o seu "pecado" foi não ter terminado. Pq no final coisas legais são colocadas. Eu tb quase o larguei diversas vezes, mas resolvi permanecer. No final valeu a pena. É o que eu já falei: não é o melhor livro de todos os tempos, mas gostei muito de algumas abordagens. Acabei não me rendendo ao Skoob. Não consigo me dedicar a mais nenhuma ferramenta social! rs.

Daniel: Adorei a sua definição de Papai/Tia Anastácia!!!! A melhor de todas!!!

Aline: Não queria muito polemizar, então acho melhor não levantar esse assunto.rs. A discussão ia looonge! Vc é bem vinda sempre!

Marcelão: Vc é muito chato!!! Quer fazer inveja pelo seu livro autografado? Até livros ruins com autógrafos eu curto! rs.

An: Realmente essa parte é demais!

Gabi: Eu tb tenho indicado para todo mundo, mas reitero a importância de se desenvolver a própria opinião.

Wesley: Se eu sentasse para tomar um café com Deus a conversa ia looonge. E se bobiar ele ia me mandar passear com tantos questionamentos.rs

Dê: Que bom que vc curtiu!

Hermes: Outro abraço!

Thaty: Depois vc conta o que achou!

Fabrícia: Valeu!

Ivy: O Para Francisco é demais, né. Morri de chorar.

Heloísa: Aprender sobre perdão nunca é demais. ;)

Leandro: Vou ler!

Lara: Que bom que vc ainda me acompanha! Espero não desapontá-la!

Monique: O prazer foi meu de ter sido convidada. Adoro receber convites (pegou a dica, né)rs :)

Tati: Companheira! Sua ilustre presença aqui! Quanta honra! Leia que vc vai gostar. Saudades!

Heloisa Pettenan said...

Eh verdade Iana.
Aprender sobre perdão nunca é demais, e eu estou aprendendo a cada dia mais..
Apesar dos pesares, apesar de toda dor q a gente sente com mágoas neh.. A gente sabe q sempre tem alguém maior em quem confiar..
=D

Silvério ;* said...

Oie ;)
eu sou uma ''leitora compulsiva'' de 16 anos que também não resisto a livros emprestados. eu PIRO se não ler *o*
já li 20 esse ano (ou 19) e, A Cabana é um dos que estão faltando.
E,que pretendo ler logo ;D

obrigada pela dica.


beijos :*