Friday, December 19, 2008

Toda mulher precisa de...

Estou com preguiça master de escrever de tão cansada (ai, falar assim da uma saudade do Bruno. Chatonildo, se você ainda ler o meu blog vê se dá sinal de vida. Já te liguei, mandei e-mail, mensagem e nada!). Mas ainda bem que as férias estão chegando e acho que consigo sobreviver sem nenhum surto piscótico até lá. Mas para não deixar o blog com cara de abandonado, li um texto bem humorado da Leila Ferreira que mereceu ganhar eco, pelo menos aqui no I-relevante.

Toda mulher precisa de...

… um homem que chore por ela (ou com ela) pelo menos uma vez na vida
... um biquíni que fique perfeito nela aos 30 ou aos 40
… um esmalte que dure mais
… uma menopausa que dure menos
… ganhar flores no aniversário
… ganhar flores fora do aniversário
… ganhar flores sempre
… ouvir de um homem que ele não vive sem ela
… ouvir de alguns homens que ela é inteligente
… ter um trabalho que a apaixone
… ganhar um salário à altura de seu esforço
… ter chefes que não confundam chefia com falta de gentileza
… ter colegas bem-humorados e éticos
… emagrecer dois quilos sem ter feito nada pra isso
… descobrir um tratamento anti-celulite barato e que funcione
… poder comer chocolate sem culpa
… poder comer qualquer coisa sem culpa
… passar um ano sem falar a palavra “dieta”
… sentir prazer quando menos espera

E se, além de tudo que foi citado, for possível:

… passar uma noite com o Richard Gere
… passar algumas noites com o Clive Owen
… e/ou passar dois meses com o Hugh Jackman
… a gente prontamente aceita e agradece!

(Pensando bem, eu Iana, dispenso a última parte! rs)

Wednesday, December 10, 2008

O que fazer...

... quando os planos mudam sem pedir sua opinião?


1- Briga com o universo que está conspirando contra você.

2- Olha para alguém que consegue tudo o que quer e morre de inveja desse ser.

3- Morre de preguiça por ter que se adaptar a uma nova realidade.

4- Olha para o alto e pergunta: "Deus, você tá zoando da minha cara, né".

5- Todas as opções acima.



Aí você vai orar e Deus simplesmente te diz: "Mas, no monte Sião, haverá livramento..." (Obadias 1.17).



Ok, Senhor, entendi a mensagem.

Thursday, December 4, 2008

Crente?

Acho o crente muito prepotente. Pode ler a frase de novo porque foi exatamente isso que escrevi.

Temos a tendência de achar que só nós possuímos a verdade e que vamos salvar o mundo. O crente não salva ninguém. Quem salva é Jesus. Também existe a inclinação a achar que ninguém é bom o suficiente ou que somos seres superiores. Mas não é bem assim. Já vi muita gente mais honesta do que os que se chamam cristãos. Semana passada, em um almoço de negócios, me vi obrigada a pedir perdão a dois empresários do mercado secular pelo péssimo testemunho que eles vivenciaram com um parceiro cristão. Embaraçados eles me disseram que nunca lidaram com tantas pessoas que tem dificuldade em honrar os compromissos como nesse meio. Constrangida disse a eles o que digo agora: Deus não tem nada a ver com o que pessoas sem caráter fazem. Ele não tem nada a ver com a prepotência do crente.

Em nome dessa prepotência muitas famílias se dividem, porque às vezes o crente acaba se achando melhor dos que os que ainda não conhecem a Jesus, e se recusa a freqüentar aniversários, natais e encontros. Não é a toa que o crente fica com fama de chato e anti-social. É que esse crente se esquece que o Mestre não andava somente entre Seus seguidores. Creio que esse tipo de ser não entende que separação é diferente de segregação. Ser separado, como as pessoas gostam tanto de dizer, não significa se isolar do mundo, mas sim evitar a prática do pecado. Deu para entender como as coisas são diferentes?

É por isso que muitas vezes é embaraçoso dizer que sou crente. Não, não tenho vergonha de declarar minha fé e amor ao meu Deus, mas é constrangedor ser associada a pessoas que nem honram o nome que ostentam. Pelo contrário.

Moral da história, quando me perguntam se freqüento alguma igreja logo respondo: Claro. Sou crente. Mas não sou desse tipo que você está pensando.

Ninguém merece.

Wednesday, December 3, 2008

E lá se vai...

Nem vi que 2008 chegou e ele já foi embora.

Ando muuuuito cansada e sem pique para escrever coisas úteis. Então o blog anda meio largadinho. Mas em breve voltarei... Prometo.

Tuesday, December 2, 2008

Tuesday, November 25, 2008

Não basta ser amiga...

Ontem tive o privilégio de ir a casa da Carolzinha, uma das minhas melhores amigas de todos os tempos! Na quinta ela e o Léo (um dos caras mais "boa-praça" que conheço) embarcam para o Canadá para passar as férias. Eles vão estudar por dois meses em Vancouver e Toronto e estou feliz demais por ambos. Fui cumprir meu papel de amiga e ajudá-la a fazer malas. Não sou nem um um pouco fã de preparar bagagem, mas o que eu não faço por ela?

Malas feitas, dicas repassadas, conselhos dados. Agora é só pegar o vôo e aproveitar cada segundo.

Rol, estou muito orgulhosa de você. Sei que é rapidinho, mas vou morrer de saudades! Te amo muito! Boa viagem!!!

Friday, November 21, 2008

Mais um livro legal


Gosto muito de ler livros em inglês. Há uns dias eu li Mrs. Robert E. Lee - The lady of Arlington, que é a biografia da bisneta do primeiro presidente americano George Washington (que não era o Bush - para os desavisados). Ela era de uma das famílias mais tradicionais da América, se casou com um cara que foi um dos líderes da Guerra Civil e foi uma cristã fervorosa. A vida de sua família se mistura bem à história dos Estados Unidos.

O mais legal foi ler esse livro durante as eleições presidenciais americanas, quando um negro concorria ao cargo mais cobiçado do mundo. Se a vida de Mary Ann Custis Lee é o ponto central da história, a Guerra Civil americana (que foi desencadeada pela questão abolicionista) é um excelente pano de fundo.

Lendo o livro entendi muito o medo que os sulistas tinham da abolição naquele contexto. Se os escravos seriam libertos era necessário que eles passassem a entender o que era ser livre naquela nova sociedade. Era preciso que eles aprendessem a ler, a escrever, se aperfeiçoassem em seus conhecimentos para conseguir trabalhar como assalariados. Para Mrs. Lee uma carta de alforria não significava tudo e era responsabilidade dos antigos senhores ajudarem nessa transição. Mary relata com os seus olhos atentos os acontecimentos que anteciparam a guerra, os anos que ela tomou e o seu desfecho. Um livro extremamente interessante para quem se interessa por história, sociologia e antropologia.

Wednesday, November 19, 2008

Para francisco


Há tempos eu acompanho um blog que uma amiga indicou. E o legal de blog é isso: um indica para o outro, que repassa e assim vai. E foi assim que o Para Francisco entrou na listinha do que leio toda semana.

"Um homem tem morte súbita, dois meses antes do nascimento do seu único filho. Assim nasce este blog. Tentando entender e explicar dois sentimentos opostos e simultâneos vividos pela viúva e mãe que, no caso, sou eu. Muitos questionamentos. Muitos raciocínios. Muito aprendizado. E uma pressa em falar para o Francisco sobre seu pai, sobre o mundo e sobre mim mesma (só por garantia)".

É assim que a Cris define o blog dela.

Há uns dias ela anunciou que tinha escrito um livro e fiquei muito feliz. Adoro lançamentos. Ontem tive o privilégio de ir ao evento e dar um abraço pessoalmente. Sim, porque quem lê o blog, e agora o livro, tem sempre duas reações: vontade de chorar e de abraçar essa mulher.

Comecei a ler ontem mesmo ao chegar em casa. A linguagem é bem gostosa e leve, afinal os textos são originados do que ela escreveu para o blog (apesar de ter conteúdo inédito). O que não é leve é a história. Várias vezes após ler o que a Cris escreveu liguei para o Fred correndo, ou fiz surpresa na faculdade ou ainda me convidei para almoçar com ele. Nunca sabemos o dia de amanhã e essa urgência da Cris de falar para o filho, me traz urgência de ser ainda mais intensa em meus relacionamentos (como se ainda fosse possível!), especialmente com meu querido companheiro.

Estou no trabalho e o lindo livro de capa branca está ao meu lado. Não tenho pressa de lê-lo, mas sei que terminarei ainda hoje. Não conheço a Cris (apesar de ter dado um beijo e ganhado um autógrafo), mas estou feliz por ela. Admiro muito quem consegue transformar dor em poesia. E como ela mesma me falou ontem: escrever ajuda muito. Acho que é por isso que escrevo tanto. Quando escrevo me dou a chance de ver um outro ângulo, de me enxergar melhor.

Se eu já fiquei emocionanda em ler essa história, imagine o Francisco quando crescer.

Friday, November 14, 2008

Veja - Parte II

A matéria foi infeliz. Fiquei dois dias na cola do editor chefe da revista, até ele me responder. Ele me ligou, nos falamos e ele me disse o seguinte: escreva o que você quiser e me manda. Se não ficar satisfeita, a gente conversa de novo. Desliguei o telefone e comemorei. Cedo demais.


Mandei o texto no deadline proposto. 10 minutos depois um cara me liga. O mesmo com quem tentei falar trocentas vezes mas que não me respondia nunca. Reclamou do meu texto, do tamanho, de tudo. Aí falei simples: Converse com seu chefe. Ele não me falou em qual formato escrever. Ele disse: escreva que publico. Não me falou de limitação de toques, de nada. Não querendo criar caso, ainda falei que o entendo e não queria atrapalhar o trabalho dele. Só quero o meu direito de resposta, como foi prometido pelo cara que manda. Simples. Ele desligou e disse que encontraria uma solução.


Não gostei da solução. No dia seguinte chego ao trabalho e vejo um e-mail dele com meu texto mutilado e sem sentido. Sairá nas Cartas, o que também não foi me falado. As coisas novamente não ficaram claras. Se era para sair nessa editoria eu mandaria uma carta pessoal da Ana e da Zê, e não um texto esclarecedor assinado por mim. Mandei um novo texto da Ana então para substituir o que enviei antes. Horas depois o editor me deu a seguinte resposta: já está impresso. A solução: Colocar meu texto na íntegra no site. Eu que até então estava tentando ser o mais polida possível, joguei a polidez de lado. Mandei a revoltada carta da Ana Paula, com algumas alterações, para ser publicada no site. Eles me prometeram colocar um destaque na revista chamando para o site. Por que será que eu não acredito que eles farão isso?


Depois alguns jornalistas ainda criticam o papel do assessor de imprensa. Com tanto repórter solto por aí que não sabe apurar, conversar e trabalhar bem, realmente as empresas precisam contratar profissionais que entendam a linguagem desse complexo mundo da comunicação para brigar por seus direitos. Nunca fui fã de assessoria e jurava, nos meus tempos de faculdade, que jamais faria isso. Cá estou. Eu e milhares de outros colegas de profissão.


Para quem quiser ler, a carta da Ana já está no site da Veja, mas sem o devido destaque que eles me prometeram. http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dor-tem-hora-acabar-401750.shtml




Parte da ala feminina da JRN8 /2005 na nossa colação de grau.

Tuesday, November 11, 2008

Muitas coisas

Aconteceram muitas coisas esses dias. Muito trabalho. Muitos compromissos. E o ano tá quase no final. Eu juro que essa semana atualizo o blog.

Mas aproveitando a postagem, quero só dizer o quanto a revista VEJA me matou de raiva esses dias. Saiu uma matéria completamente deturpada sobre o caso de uma adoção que a Zê está envolvida. Matéria mal feita, mal apurada, que a torna mentirosa. Esse tem sido o motivo da minha dor de cabeça da semana. E haja trabalho em cima disso.

Caros jornalistas, aprendam a escrever corretamente. Aprendam também a responsabilidade das suas palavras. Palavras também matam.


Para quem tiver curiosidade, aqui está a matéria.

Já a nossa resposta, assinada pela chefa, está aqui.