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Monday, December 22, 2008

Carne de bode


Descobri esse final de semana, em Caruaru, que ela não me faz bem. Não mesmo. E olha que o sabor é até simpático.

Friday, November 14, 2008

Veja - Parte II

A matéria foi infeliz. Fiquei dois dias na cola do editor chefe da revista, até ele me responder. Ele me ligou, nos falamos e ele me disse o seguinte: escreva o que você quiser e me manda. Se não ficar satisfeita, a gente conversa de novo. Desliguei o telefone e comemorei. Cedo demais.


Mandei o texto no deadline proposto. 10 minutos depois um cara me liga. O mesmo com quem tentei falar trocentas vezes mas que não me respondia nunca. Reclamou do meu texto, do tamanho, de tudo. Aí falei simples: Converse com seu chefe. Ele não me falou em qual formato escrever. Ele disse: escreva que publico. Não me falou de limitação de toques, de nada. Não querendo criar caso, ainda falei que o entendo e não queria atrapalhar o trabalho dele. Só quero o meu direito de resposta, como foi prometido pelo cara que manda. Simples. Ele desligou e disse que encontraria uma solução.


Não gostei da solução. No dia seguinte chego ao trabalho e vejo um e-mail dele com meu texto mutilado e sem sentido. Sairá nas Cartas, o que também não foi me falado. As coisas novamente não ficaram claras. Se era para sair nessa editoria eu mandaria uma carta pessoal da Ana e da Zê, e não um texto esclarecedor assinado por mim. Mandei um novo texto da Ana então para substituir o que enviei antes. Horas depois o editor me deu a seguinte resposta: já está impresso. A solução: Colocar meu texto na íntegra no site. Eu que até então estava tentando ser o mais polida possível, joguei a polidez de lado. Mandei a revoltada carta da Ana Paula, com algumas alterações, para ser publicada no site. Eles me prometeram colocar um destaque na revista chamando para o site. Por que será que eu não acredito que eles farão isso?


Depois alguns jornalistas ainda criticam o papel do assessor de imprensa. Com tanto repórter solto por aí que não sabe apurar, conversar e trabalhar bem, realmente as empresas precisam contratar profissionais que entendam a linguagem desse complexo mundo da comunicação para brigar por seus direitos. Nunca fui fã de assessoria e jurava, nos meus tempos de faculdade, que jamais faria isso. Cá estou. Eu e milhares de outros colegas de profissão.


Para quem quiser ler, a carta da Ana já está no site da Veja, mas sem o devido destaque que eles me prometeram. http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dor-tem-hora-acabar-401750.shtml




Parte da ala feminina da JRN8 /2005 na nossa colação de grau.

Tuesday, November 11, 2008

Muitas coisas

Aconteceram muitas coisas esses dias. Muito trabalho. Muitos compromissos. E o ano tá quase no final. Eu juro que essa semana atualizo o blog.

Mas aproveitando a postagem, quero só dizer o quanto a revista VEJA me matou de raiva esses dias. Saiu uma matéria completamente deturpada sobre o caso de uma adoção que a Zê está envolvida. Matéria mal feita, mal apurada, que a torna mentirosa. Esse tem sido o motivo da minha dor de cabeça da semana. E haja trabalho em cima disso.

Caros jornalistas, aprendam a escrever corretamente. Aprendam também a responsabilidade das suas palavras. Palavras também matam.


Para quem tiver curiosidade, aqui está a matéria.

Já a nossa resposta, assinada pela chefa, está aqui.

Thursday, October 16, 2008

Não sou fã do Tommy Tenney


Eu já tentei ler 3 vezes Caçadores de Deus e outros livros dele em português. Nenhum eu consegui superar até 1/3 do conteúdo. Como assisti a uma pregação há alguns anos e gostei, então comecei a achar que o problema era com os tradutores ou comigo mesma, sei lá. Mas não desisti.

Ano passado comprei Finding Favor with the King, que é sobre Ester (ele até escreveu um romance que virou filme. Em português se chama Conquista de Reis e é fácil achar na Blockbuster). Finding favor não é o romance, mas me interessou pela abordagem. Pensei: "Agora vou gostar!". Comecei semana passada, mas não deu... e dessa vez a culpa não foi dos tradutores.

Tommy Tenney tem umas sacadas bem legais, mas definitivamente não gosto do estilo dele de escrever. Não tenho nada contra quem gosta, mas não aguento literatura repetitiva. Ainda que a idéia seja reforçar o que foi falado, acho um desperdício de espaço, e de tempo do leitor, repetir a mesma coisa trocentas vezes. E é exatamente o que ele faz! Gosto muito dele falando, mas não dá para o encarar escrevendo. Mais um livro que não vou terminar, o que é muito raro.

Será que sou a única pessoa do mundo que não gosta dos livros do Tommy Tenney?

Wednesday, October 15, 2008

NÃO VIAJE PELA TAP - PARTE II

A história chegou ao fim, de forma que encerro aqui o meu "tristemunho".

Como eu já previa, e muitos reiteraram, a TAP não se responsabilizou pelo furto cometido durante o transporte da minha bagagem. Enviei um e-mail, um tanto quanto cordial, relatando o que aconteceu (orientação que foi me foi passada por um funcionário da companhia). Porém, recebi somente essa semana um e-mail assinado por Lílian Barreto, Gerente de Atendimento ao Cliente, informando que a bagagem é responsabilidade do cliente, ou seja, nada poderiam fazer. A questão é: como a mala pode ser de minha responsabilidade se não sou eu quem a transporta???? No mínimo incoerente. Nem um pedido de desculpas lamentando pelo ocorrido ela foi capaz de escrever.

O meu conselho a estimada Lílian Barreto e a TAP é que eles possam repensar o Princípio e Missão estabelecidos em seu site, onde é possível ler:

"Prosseguindo uma orientação estratégica cuja prioridade é a satisfação das expectativas dos Clientes, a TAP procura continuamente proporcionar-lhes as melhores e mais fáceis soluções para as suas viagens, agregando cada vez mais valor ao produto que lhes oferece."

Se o objetivo é a satisfação e solução para as viagens, creio que apesar dos 60 anos da companhia, eles ainda estão a "anos-luz" de cumprirem seus objetivos.

Dessa forma encerro aqui o assunto e aconselho aos leitores: NÃO VIAJE PELA TAP.

Friday, October 3, 2008

Não viaje pela TAP


Estou especialmente triste. Minha mala chegou, finalmente. Mas qual não foi a minha surpresa ao abri-la e constatar a ausência de alguns itens... Além das caixas de chocolates abertas e tudo revirado, logo senti que algo mais faltava: meu relógio. O comprei em Basel, no último dia. Eu nem ia comprar nada, mas parei, pensei e cheguei a conclusão: eu mereço me presentear. Não sou uma pessoa consumista, mas gosto de me presentear com coisas marcantes de lugares especiais, quando tenho dinheiro para isso. A compra do relógio foi assim.

Ao não vê-lo em minha mala sinto uma revolta muito grande. Em primeiro lugar porque completa minha terrível experiência com a TAP. DEFINITIVAMENTE NÃO RECOMENDO QUE NENHUMA PESSOA VIAJE POR ESSA COMPANHIA AÉREA. Além do atendimento péssimo, do serviço de bordo lamentável, da falta de educação dos funcionários com quem lidei, do extravio da minha bagagem, da ausência de preocupação da companhia em me informar, agora sou obrigada a lidar com um furto.

Já fui informada que não há nada que pode ser feito, mas mesmo assim acabei de ligar para a empresa, na tentativa de buscar uma solução. Não consegui um telefone de ouvidoria, ou algo do gênero, para reclamar (aliás, como uma empresa aérea não tem esse canal de comunicação?), apenas o e-mail do Fale Conosco. Não acredito que isso vai dar em algo, provavelmente o prejuízo permanecerá, mas vou me esforçar. Não pelo prejuízo financeiro em si, mas porque creio que as empresas devem ser mais responsáveis. É muito fácil colocar a culpa na alfândega, no funcionário do aeroporto, ou seja lá em quem for e se isentar. O que não pode é esse ar de impunidade, independente se a lesão aconteceu em Lisboa, Zurique, Belo Horizonte ou sei lá onde! Se eu comprei uma passagem com uma empresa, despachei uma bagagem por ela, é dela que espero receber tudo que despachei! Acaso estou errada?

O que posso também é manifestar aqui no blog minha insatisfação e fazer uma campanha contra eles. É por isso que reforço: NÃO VIAJE PELA TAP.
Ps: Vamos ver se haverão próximos capítulos. Se eles existirem, com certeza postarei aqui
Ps2: Com isso fiquei muuuito desanimada de falar das coisas boas. Acho que semana que vem eu animo.