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Sunday, November 15, 2009

E a tal da convivência

A Latorre sempre fala: "Eu tenho uma teoria..."

A Vet: "Eu ia falar isso agora..."

E eu: "Por um motivo do além...".

E agora as 3 usamos as mesmas expressões. E morremos de rir ao nos ver nos jeitos e trejeitos umas das outras.

Ps: Descobri que conexões filadas de vizinhos nunca dão para colocar fotos.... So sorry...

Wednesday, November 11, 2009

A Finlândia

Na minha opinião a Finlândia é branca. Branca e cheia de neve. Mas não posso dizer que ela é fria, porque recebemos tanto calor dos queridos Rodrigo e Saara que esse lugar tão longe se tornou colorido e extremamente cheio de amor. Aliás, amor. Essa é a palavra que melhor define os nossos quatro dias em Jyvaskyla, cidade universitária quase no centro do país, onde fomos hospedadas.


Depois de passar por dois países capitalistas, um que viveu até 19 anos atrás o comunismo, descobrimos uma nação socialista com feições iguais e diferentes. Os traços étnicos tão parecidos, assim como a arquitetura local, porém com pessoas com estilos peculiares. Os cabelos, as tatuagens, os piercings mais estranhos que já vi na vida foram pelas bandas de lá.


E se é para falar de peculiaridades culturais, não podíamos passar pelo norte da Europa sem fazer a sauna finlandesa e o mergulho em lago congelado. Sabe aquelas coisas que você só vê em programas de TV? Tivemos a oportunidade de experimentar e nos encantar. Quer uma dica sobre a Finlândia? Certamente essa é uma delas.


Entre coisas inusitadas e comuns foram dias incríveis que nos deixam saudades. E para mim a Saa já é brasileira e o Rô é finlandês. Porque poucas vezes vi um casal transcultural amar tanto a etnia que resolveu abraçar. A Saa fala português com sotaque de São Paulo e o Rô sempre teve estilo europeu. Pessoas incrivelmente diferentes e maravilhosamente iguais.


Pensando bem, o melhor da Finlândia é a casa e a companhia dos Vatanen Campos. Amigos queridos, parte da família que escolhi para mim.


Ps: Queria muito colocar fotos, mas a conexão do vizinho não está ajudando...rs

Tuesday, November 10, 2009

Nosso casamento

Eu, Flavinha e a Torre estamos vivendo um "casamento". Respeitando as devidas proporções é exatamente isso que representa passar quase 30 dias, 24 horas lado a lado de alguém (nesse caso alguéns), com um propósito único.

Com tanta convivência a gente vê o melhor e o pior de cada uma. O que era um defeito leve, que convivíamos de vez em quando, no cotidiano se potencializa. As qualidades idem. Absorvemos os hábitos umas das outras, temos que abrir mão de alguns desejos individuais em favor do bem comum e descobrimos que outro ponto de vista pode cair muito bem.

Em um roteiro apertado não temos como fugir quando alguém estressa. Nem chutar o balde e simplesmente resolver ir embora. Afinal, temos um plano. Temos um alvo. Existe uma missão em conjunto. Temos um lugar para chegar. E é em prol desse compromisso que caminhamos todos os dias. Que nos acordamos sempre morrendo de sono, saímos para viver algo novo e voltamos exaustas para dormir em algum lugar.

E é assim que se desenvolve algo incrível chamado cumplicidade. Cumplicidade não é se tornar igual, mas é aprender a equilibrar qualidades e defeitos em uma equação positiva. E que fique claro que positiva não significa perfeita.

Antes de começar a viagem ouvimos dizer que depois de passar tanto tempo juntas haveria uma escolha: nunca mais querer nos ver ou perceber que o amor que sentimos umas pelas outras ser potencializado. E posso dizer em claro e bom tom que temos vivido a segunda opção.

Não somos iguais e sei que nunca seremos, mas casamento é isso. É usufruir das coisas incríveis que a convivência harmoniosa com as diferenças pode proporcionar. E olha que esse "casamento" é de mentirinha. Imagine então com um de verdade.

Tuesday, August 18, 2009

O casamento da minha melhor amiga

Eu sei que tenho algumas melhores amigas, mas a Pri sempre será especial. Me lembro de quando a vi pela primeira vez. Ela entrou pela sala de aula ainda sem uniforme, com o cabelo curtinho, meio desajeitada e nitidamente sem lugar. Ela andou com passos rápidos, como quem procura desaparecer o quanto antes, até a única cadeira livre. Foi o que bastou. Era a 4ª G, turma de 1994. Tínhamos 10 anos.

Gostei dela logo de cara. Sem motivo. Simplesmente gostei. E acho que ela gostou de mim também. Não me lembro como foi a primeira conversa ou quem puxou papo. Só sei que quando dei por mim já passávamos tardes na casa uma da outra. A nossa amizade sobreviveu à infância, à adolescência e chegou à vida adulta. Como? Não faço a menor ideia. Só sei que não lembro de mim sem a Pri, porque na minha memória ela sempre está lá. No final de 1995 a Rol chegou e como um cordão de três dobras o nosso relacionamento ficou ainda mais forte.

Não sei a receita para uma amizade durar, mas sei bem porque tenho a Pri e ela tem a mim (e juntas temos também a Rol). Porque não somos egoístas. Porque sabemos ouvir. Porque podemos falar. Porque amamos passar tempo juntas. Porque confiamos. Porque nos respeitamos. Porque também temos outras amigas. Porque queremos apenas o nosso bem. Porque brigamos. Porque temos segredos. Porque nos amamos.

E foi como quem carrega um tesouro que eu e o Fred fomos para São Paulo para sermos padrinhos do casamento da Pri e do Rodrigo. Porque antes de eu e o Fred sermos um casal; nós fomos um quinteto: eu, Pri, Rol, Fred e João (que infelizmente com o tempo parou de andar conosco).

Estar ao lado da minha amiga durante todo o dia de noiva foi perfeito. Pri, Carol e Iana. Ou seria Pricaroliana? Mal pude acreditar ao nos ver ali, no carro, levando a Pri para se casar com o Rodrigo. As três de mãos dadas. Se emocionando e rindo juntas. Caminhando para a realização do sonho da Pri. Aliás, para o sonho de nós três. Se me lembro quando a vi pela primeira vez, tenho certeza que jamais me esquecerei do que testemunhei naquele sábado. Uma noiva linda. Tão Pri. Tão minha amiga.

Uma coisa eu garanto: ver melhor amiga casando é uma alegria inimaginável. Por quê? Porque é um pedacinho seu e fazer parte de tudo isso é algo totalmente sem palavras. E deve ser exatamente por isso que não consegui escrever nada no cartão com a qual a presenteei. Porque diante de tanta alegria eu, inacreditavelmente, emudeci. Emudeci e chorei. Lágrimas deliciosas de alegria.

Bonita, agora sim. Eis o cartão do seu presente de casamento. Amo você. Sempre. E para sempre.

A noiva.

As mocinhas.

Éramos cinco.

Não basta ser madrinha...

A valsa.

Os padrinhos. E a valsa dos padrinhos.

E o bouquet foi parar na mão de quem?

Nas nossas!

Agora sim! Sra. Priscila Narvaes Campos Ribas.

Wednesday, June 10, 2009

O CASAMENTO DO MEU MELHOR AMIGO

Dia 29 de maio saí de BH com um destino: o casamento do Bruno em São Paulo. Já comentei aqui como nos conhecemos e como ele se tornou especial. Desde que ele se mudou pouco nos vimos. Mas posso dizer que o carinho aumentou de maneira inversamente proporcional ao quanto nos vemos. Adoro nossos papos, os devocionais que ele envia diariamente e a paixão que ele tem pelo o que faz. Esse é o Bruno. E a palavra que melhor o define é convicção. Ele é alguém convicto das suas escolhas.

Vê-lo impecável no seu terno foi lindo. Eu sei como ele sonhou com esse dia: o dia de começar a própria família. Ver a Andrea caminhando elegantemente em direção ao meu amigo foi emocionante. E me alegrei muito com os dois. Acho que eles nem têm ideia de como meu coração celebrou com o que tive o privilégio de testemunhar. Definitivamente eu aposto nessa história e sei que os dois serão daquele tipo que você olha e diz: “Quero ter uma família igual”. Porque o Bruno é assim. Um cara com o coração gigante, que ama a Deus, um homem super família e que se empenha para fazer as coisas funcionarem.

Sei que a melhor amiga do Bruno daqui em diante será sempre a Andrea. E assim deve ser. Posso dizer também que o amor que tenho por ele foi transferido automaticamente para ela. Afinal, como é bom vê-lo feliz e realizado ao lado de uma mulher que o ama da forma como ele precisa ser amado e que se empenhará em fazê-lo extremamente feliz, mesmo ele sendo um chatonildo nato!

Amor de amigo é algo incrível. É algo que nada tira, só acrescenta. Amor que pode ser compartilhado, agregado, somado. E é assim que amo os preciosos que me cercam com tanta gentileza, carinho e afeto.

E é dessa forma, queridos Bruno e Andrea, que desejo a vocês uma vida plena, intensa, repleta de bênçãos, como todo mundo merece viver.

De todo o meu coração eu amo vocês.

Monday, April 6, 2009

Tudo porque decidi cumprimentá-la

Nunca brigamos, mas nunca fomos amigas. Apesar de termos frequentado a mesma turma, a famosa "panelinha" do colégio, conversamos poucas vezes. Havia uma certa antipatia no ar. Tudo por causa de um menino do primeiro ano e de uma história "complexa" na qual os três estávamos envolvidos. Pelo menos era assim que eu via. Aliás, que menina de 13 anos não acha que a vida é um emaranhado de complicações?

Acabei perdendo o contato com ambos no final de 1997. Algumas pessoas mudaram de escola e eles foram também. A turma, enorme como era, acabou reduzindo bastante. E eu mudei de círculo de convivência. Depois disso só acompanhei a maior parte deles por notícias. Vez ou outra aparecia alguém dizendo: "Lembra do fulano? Sabe o que rolou?".

Há sete anos a vi novamente, de longe. Naquela fração de segundos fiquei pensando se a cumprimentaria. Mas como ela não me viu, achei melhor deixar para lá. Pensei que não faria sentido, afinal, não éramos amigas. Apenas tínhamos os mesmos amigos, o que é uma grande diferença. Preferi perder a oportunidade.

Hoje a vi novamente. Por uma daquelas coincidências causadas por acontecimentos coordenados de segundos, nos cruzamos. Eu chegando para visitar uma amiga na UFMG, e ela saindo da aula. A vi de longe e sabia que ela não me reconheceria. Não me contive. Segui o caminho em sua direção, tirei os óculos escuros e exclamei: "Ei! Lembra de mim?". Dessa pergunta vieram um abraço bem bom, um belo sorriso e uma conversa agradabilíssima.

Em poucos minutos falamos de nossas vidas. Ela e ele tiveram uma filha há seis anos, moram juntos e no próximo ano ela se forma na faculdade. Aliás, a filhinha dos dois estuda na mesma escola que nós frequentamos. Em questão de segundos a antipatia cultivada há 12 anos se transformou num carinho enorme. Quando já estava indo embora ela me disse: "A vida é engraçada, né. Quando a gente é adolescente as coisas tomam uma proporção infinitamente maior do que realmente são. Aí a gente percebe que poderíamos ter resolvido as questões de outra forma. Era tudo tão simples. Hoje vejo algumas pessoas e não entendo porque eu não era amiga delas". Dei risada e concordei. É verdade.

Nos despedimos com um beijo e um abraço, e mandei mais dois: para a filhinha e para ele.

Voltei para o trabalho e me lembrei de uma frase do filme Benjamim Button. É preciso aproveitar todas as oportunidades, até mesmo as que se perde. Ainda bem que essa eu não perdi. Tudo porque eu decidi cumprimentá-la.

Pri, Fê, Carol e Eu na velha arquibancada do colégio, em uma visita que fizemos esse ano.

Thursday, February 26, 2009

Então eu parei.

Tirar férias me fez muito bem. Mais até do que eu imaginava. Foram dois anos intensos de muito trabalho e muito tranco. Eu sabia que estava exausta, mas não tinha noção de como... Até simplesmente parar. Parar para mim. Parar. Só isso.

O que eu fiz? Muitas coisas. Permiti me dedicar a mim mesma, a minha família, aos meus amigos. Àqueles a quem tanto amo. E pensando bem, acho que não sou muito boa para expressar o meu afeto... Que bom que ainda tenho uma vida inteira para aprender.

Essas férias foram um tempo incrível para recomeçar. Resgatei coisas muito preciosas.

Talvez a maior delas seja o meu relacionamento com a Fê, que tanto amo. Antes dela partir, há seis anos, eu vivia o tempo mais legalista da minha vida. Eu simplesmente não conseguia aceitar muito bem pessoas diferentes de mim, e minha arrogância funcionou como um muro poderoso, à medida que crescemos e nossas divergências apareceram. Mas que bom que amadurecemos. Em três semanas reconstruímos os laços que são tão caros para mim. Laços que espero que não desatem jamais.

Também tive um tempo de acerto. De permitir que o passado fique no lugar reservado a ele, e que se torne possível o recomeço. Sabe aquele ponto em que muitas coisas deixam de ter importância? Sim. Elas já tinham perdido, mas era preciso que uma pessoa soubesse disso. E agora ela sabe. E ela sabe também que é muito querida por mim. É que o tempo não é bom para resolver questões. Aliás, ele não resolve nada. Quem resolve somos nós. Gente. De carne e osso. Que erra. Que chora. Que ri. Que perdoa. Que ama. Sim, nós temos o poder de resolver os problemas e de abraçar novamente. E como é bom quando nos damos a chance de olhar nos olhos e permitir que as palavras curem. Querida senhorita, espero que você leia isso e que tenha a certeza da sinceridade e do carinho que sinto. Quero sim, poder te abraçar de verdade sempre que nos encontrarmos.

É claro que aconteceram muitas outras coisas, como o tempo breve, mas incrível, com meus amigos paulistanos, que sempre fazem meus dias mais felizes, mas por hoje era isso que eu queria compartilhar.

Enfim... A Fê já foi para casa, as férias acabaram e eu voltei para BH. A vida continua. Só espero daqui para frente ser mais esperta e parar antes de quase pifar. Parar o mundo para eu descer. Para me situar, me encontrar. Parar para recomeçar. Agora sim. Daqui em diante é isso o que quero.




Carol, eu, Fê e Pri, na foto mais linda do mundo.

Wednesday, January 14, 2009

Chegadas e despedidas

A última vez que nos vimos foi no final de agosto de 2002. Fomos levá-la ao aeroporto, sem saber quando ela voltaria. Hoje ela voltou. Depois de mais de seis anos abracei a minha amiga Fernanda novamente, exatamente no mesmo lugar onde a deixei.

Nos conhecemos em algum momento do início dos anos 90, mas ficamos realmente amigas em 99 perambulando pelo pátio do Batista. De lá para cá caminhamos juntas e separadas: eu, ela, Pri, Rol e Bú, às vezes acrescentadas pela presença de outras amigas. O fato é que nunca estagnamos, continuamos sempre a andar. Não paramos no tempo, e o tempo (infelizmente ou não) também não parou para nós.

Abraçar e chorar com a Fê hoje foi incrivelmente especial. Ela não é a mesma que embarcou para os EUA naquela tarde. Nem eu. Aliás, nenhuma das cinco adolescentes que compartilharam aqueles anos preciosos de colégio são as mesmas. Em 6 anos vivemos muito, cada uma a sua maneira, de acordo com suas convicções pessoais. Viajamos, estudamos, trabalhamos, namoramos e demos muito duro na vida. Nossas escolhas nos afastaram, mas também nos aproximaram.

Com a chegada da Fê chegam também memórias de anos incríveis, e me despeço temporariamente da saudade que sinto da minha amiga. Ao mesmo tempo, quando estamos juntas, reforça a lembrança de um tempo inesquecivelmente bom e das meninas que fomos. Pensando bem, acho que esse sentimento nunca vai passar...

Admiro cada uma dessas queridas mulheres por suas características únicas. A Pri pela alegria, a Rol pela sabedoria, a Bú pela seriedade, e a Fê pela coragem. Admiro também a Fernanda pela sobrevivente que ela é, e nos admiro por juntas, apesar de tantas diferenças, termos tanto amor e respeito umas pelas outras.

Que bom que a borboleta voltou para casa. Ainda que temporariamente...



A família que escolhi para mim: eu, Rol Pri, Fê e Bú, no aniversário de 16 anos da Rol, há quase 10 anos (numa foto muito estranha!)...

Tuesday, November 25, 2008

Não basta ser amiga...

Ontem tive o privilégio de ir a casa da Carolzinha, uma das minhas melhores amigas de todos os tempos! Na quinta ela e o Léo (um dos caras mais "boa-praça" que conheço) embarcam para o Canadá para passar as férias. Eles vão estudar por dois meses em Vancouver e Toronto e estou feliz demais por ambos. Fui cumprir meu papel de amiga e ajudá-la a fazer malas. Não sou nem um um pouco fã de preparar bagagem, mas o que eu não faço por ela?

Malas feitas, dicas repassadas, conselhos dados. Agora é só pegar o vôo e aproveitar cada segundo.

Rol, estou muito orgulhosa de você. Sei que é rapidinho, mas vou morrer de saudades! Te amo muito! Boa viagem!!!

Thursday, August 21, 2008

25 coisas


1- Ganhei um beijo gostoso das pequenas acompanhados de "parabéns"
2- Saí para jantar em um restaurante incrível, mas errado, com o meu noivo
3- Comi o melhor risoto de todos os tempos
4- Minha irmã está chegando da China após um mês fazendo missões
5- Consegui entregar todos os projetos que eu precisava ontem
6- Pintei as unhas com um esmalte que eu nunca tinha usado
7- Estou fazendo um curso que há tempos eu queria
8- Estou lendo um livro que fala sobre "A crise dos 25!"
9- Perdoei algumas pessoas
10- Muitos amigos se lembraram, mesmo sem eu ter Orkut para ajudá-los nessa árdua tarefa
11- Ganhei muitos beijos e abraços
12- Meu tio que não vejo há tempos apareceu para me dar uma lembrança
13- Minha mãe canadense me ligou e nos falamos um tantão
14- A Vet também me ligou do Canadá e colocamos o papo em dia (ganhei até festa online!)
15- Tive boas idéias no trabalho
16- Cheguei à minha mesa e tinha um presente lindo de uma pessoa muito querida
17- Comi muito chocolate
18- Ouvi um CD que ainda não foi lançado
19- Dormi com o telefone ao ouvido, enquanto o homem da minha vida me dava parabéns
20- Percebi novamente que tenho as melhores amigas do mundo
21- A Mari me homenageou no msn
22- Recebi e-mails, recados, mensagens, telefonemas e todos foram lindos
23- Me senti querida
24- Esqueci de vários problemas
25- Entre coisas comuns e extraordinárias percebi que ao fazer 25 anos, parto para a melhor fase da minha vida. Se até aqui já foi bom, mal vejo a hora de viver os próximos 25! E que eles venham, com tudo!


Friday, July 25, 2008

Carta para um Chatonildo


Em janeiro de 2002 a gente se conheceu. Eu começando meu primeiro estágio, me sentindo uma pessoa "quase grande". Ele, como um funcionário mais antigo, logo se prontificou a me ajudar, a me ambientar e tudo mais que se faz com uma "novata". Logo na primeira semana houve um culto, como sempre acontecia às sextas. Naquele dia uma dinâmica orientou as pessoas a andarem de olhos fechados e de repente abraçarem quem aparecesse à sua frente. Foi ele quem apareceu. Um abraço de boas vindas que se tornou presente por longos anos.

Se ele me apresentou ao mundo coorporativo, eu o ajudei a conhecer o mundo cristão. Os papos de quem começa a se conhecer se aprofundaram por discussões teológicas, estratégias de marketing, sonhos, inseguranças, planos de carreira, livros, filmes, e muito trabalho. A gente ria muito, mas brigava também. Uma briga nunca sairá da memória. Discutimos por causa de uma certa visão teológica e ele simplesmente apelou, deu às costas, desceu as escadas me deixando brigando sozinha com o ar, no hall da empresa. Atitude de um "chatonildo" nato.

Se os conflitos existiam, também não faltavam os pedidos de desculpas por e-mail ou Sametime. Também não faltaram chocolates para a semana ficar mais feliz e almoços no "Chinezinho". Em meio a muito profissionalismo aprendi que é possível viver em um ambiente sem competição. No meio de planejamentos, campanhas de apadrinhamentos, voluntariado, telemarketing, encontrei um amigo ímpar. Acho que vou sentir falta desses dias para sempre.

Os anos passaram e Deus me levou para outro lugar. Pouco depois ele foi para São Paulo, transferido. Se os caminhos profissionais se divergiram (como geralmente nossas opiniões e gostos!) a nossa amizade convergiu. Até hoje nos falamos sempre... Já o chamei para sair e ele disse que preferia dormir. Ele já me chamou para sair e eu disse que tinha que viajar. Mas quando ele aceitou a Cristo, eu estava lá! Quando eu me formei, ele estava presente para dançar a valsa comigo! Quando tivemos problemas, estivemos um para o outro. No ano que vem, estarei orgulhosamente em São Paulo, como madrinha, para o casamento dele, assim como ele estará para o meu em BH. E assim a nossa amizade continua...

"Bruno, você continua sendo o Supremo-Imperador-Mor-do Reino-dos-Chatos, e assim vai ser para sempre! Obrigada por brigar, me aconselhar e por me suportar! Sei que não é uma tarefa fácil... Obrigada por ter dançado comigo e por compartilhar tanta coisa. Tenho um orgulho gigante por estar na sua vida há tanto tempo e por te ver trilhar caminhos que sempre soubemos que você trilharia. Obrigada por me convidar para ser sua madrinha de casamento. Mais uma vez, eu estarei lá por você! Para mim você é um amigo indispensável. Você é mais do que isso. Você é o irmão que eu não tenho... É um referencial para mim. Ah! E antes que eu me esqueça: Feliz aniversário!

Um grande beijo da sua sempre amiga... A Soberana-da-Província-Vizinha-do-Condado-dos-Chatos".

Ps. Essa é uma das fotos do meu baile. Ao me ver triste por causa de um sério problema, ele virou para mim e disse: Te proíbo de chorar hoje. Nós vamos dançar e nos divertir muito! E foi exatamente isso que aconteceu...

Monday, June 23, 2008

Mari!


A Mari é um doce. Um doce que fez a minha vida ser mais saborosa em vários momentos. Já me emprestou a cama, a casa, os irmãos, os pais, os amigos. Já me emprestou os ouvidos, os braços, o colo, o sorriso. E é por isso que a amo tanto, por ela ser alguém que sabe fazer a diferença com tão pouco. Com pouco de tempo, pouco de presença, mas uma infinidade de amor.

Bom, esse post é só para desejar um feliz aniversário de uma forma mais especial e pessoal, ainda que distante. Para minha amiga que possui "Campos" férteis para as sementes que em breve veremos florescer.

Você é muito querida.

Bjs mineiros.

Monday, May 5, 2008

Pessoas que amo.. E como...

Uma é a minha amiga mais antiga, a outra é sem dúvida a mais sábia. Juntas formamos um trio há 13 anos. Uma foi para Sampa, enquanto nós duas ficamos. E quase achamos que essa separação, que já tem quase seis anos, é que nos mantém tão unidas. Esse final de semana foi para matar saudade. A Pri veio, e como foi bom.

O sábado foi marcado pela noite no Marília Pizzeria. Apesar da comida maravilhosa, do ambiente elegante, do serviço excelente e do inesquecível e sempre Petit Gateau, não foi isso que fez a saída ser deliciosamente boa. É a companhia mesmo. Falamos sem parar por horas a fio, contamos casos, relembramos fatos, fizemos planos e constatamos: crescemos. A Pri é minha amiga de infância e a Carol se juntou à nós na adolescência. Vivemos juntas tudo o que uma menina passa e hoje desfrutamos da mesma amizade. Nunca houve interesse. Nunca sentimos ciúmes. Com elas não sei o que é competição ou falsidade. Porém, se antes falávamos da pegação no pé dos professores, hoje o assunto virou nossos empregos. Se desabafávamos sobre os meninos de quem gostávamos, hoje rimos das manias dos nossos fiéis companheiros. E assim os anos passam e a gente cresce.

Como nos dias de colégio, dormimos todas na minha casa, transformando meu quarto em um acampamento. Tiramos o domingo para tomar um café da manha diferente. Fomos ao Santa Sophia, minha cafeteria favorita em BH. Confesso que fiquei desapontada com o buffet, bem simples, se comparado à sofisticação do lugar e ao preço cobrado, mas com uma simplicidade eficiente, nos alegramos. Explico melhor: o pão de queijo é bom, os ovos mexidos idem, a broa uma delícia e o café puro nem se fala. Mais mineiro impossível. Enfim... Bom, mas não espetacular, como eu esperava poder oferecer às minhas queridas. Mas espetacular mesmo foi a companhia... e o nosso papo sem fim. Definitivamente é fantástico estar com elas: seja comendo abacaxi na 25 de março em Sampa, ou em um restaurante fino em BH.

Com elas não sinto falta de nada. Aliás, falta mesmo sinto quando elas se vão. Mas aí é a hora de planejar nosso próximo encontro. Tomara que as companhias aéreas continuem em promoção...

Estas somos nós. Eu, Pri e Carol nos tempos de Batista. Há mais de dez anos...

Thursday, April 10, 2008

Clube do cinema

Essa semana teve o Clube do Cinema, uma iniciativa de uns amigos para aproveitar as promoções que rolam durante a semana. Diante da difícil escolha por um filme que todos os envolvidos não tinham assistido, sobrou 2 dias em Paris.
Para começar, apesar de parecer, essa não é uma comédia romântica americanizada. O filme não é do estilo convencional, comercial. Ele é conduzido basicamente por diálogos, mas é bem engraçado. Então se você não gosta de filmes com muita conversa, nem pense em assistir. A história gira em torno de um casal (um americano e uma francesa) que mora em NY mas resolve passar férias na Itália. Na volta, eles optam por ficar dois dias em Paris, daí vem o nome do filme.

O legal é que em nenhum momento mostra a capital francesa tradicional, a "cidade das luzes", mas sim a cidade pelo ponto de vista de quem mora lá. Ou seja, os contrastes da Paris que se vende e da Paris em que se vive. Da mesma forma o enredo mostra os contrastes do casal: um típico americano neurado com ataques terroristas (que só fala inglês) e uma típica francesa liberal; mas que só se revela assim ao voltar à sua cidade. Os diálogos são recheados de ironia e sarcasmo, que conduzem toda a história e mostram também o lado nem sempre bonito de uma relação a dois. Destaque para o belo texto final, em que a personagem Marrion encerra divagando sobre sua vida e relacionamentos.

2 dias em Paris. 2 pessoas. 2 estilos de vida que formam 1 casal. Pensando assim, não tinha nem jeito do filme ser diferente.

Friday, February 22, 2008

Dias corridos....

E quando assusto tem quase um mês que não atualizo. Mas os motivos foram seríssimos:

1- Conclusão do MBA
2- Pseudo-férias
3- Algumas viagens
4- Falta de net boa em casa
5- Preguiça mesmo....

Mas é isso! No mais, este está sendo um tempo precioso. Dedicaçãs às pessoas que amo, tempo com minhas amigas, conhecendo gente nova, planejando coisas e sonhando muito. Enfim, esse post é só para falar que eu tô viva, e postar uma fotos de momentos legais das últimas semanas. :).
O ano começou bem demais... Esse treco de não fazer metas tá dando certo de verdade! rs.




Show do Christafari e Sonicflood em Brasília com minhas irmãs, Luana, Karina e Danone!


Visita a Ju, Rodrigo e Vítor em Vila Velha! Família muito querida...


Festa surpresa do Pedro e a saída histórica do Bressane com mais de 4 pessoas!

Wednesday, January 9, 2008

Bolo e balões!

Hoje é o niver da Vet, minha grande amiga que está no Canadá. Nos conhecemos há nove anos e posso dizer que tá para nascer alguém tão altruísta, divertida, fiel e doce como a Flávia (acho que nunca a chamei pelo nome!). E esse post é todo para ela!

Deus me bons amigos e definitivamente a Vet faz parte desse grupo. Sabe aquele tipo de pessoa que sempre fala a verdade, que briga, que dá os conselhos certos quando você quer ouvir os errados, que topa todas as aventuras, programas de índio, com que se pode emprestar e pegar emprestado? Então...

Querida, Vet, como você está longe, fica aqui meu presente para você: lembranças inesquecíveis de anos de muita diversão. Afinal, como esquecer disso tudo?

A Roniê nos desejando tomar pau só porque preferíamos ouvir música à aula de química... Que injustiça! / A aposta que eu, você e a Torre ficaríamos caladas durante a aula de geografia, que só foi ganha porque colocamos fita crepe na boca! rs. / A lendária guerra de farinha e água! / As tentativas de dominar o mundo no Mini-Onu!

Sem falar dos momentos devidamente registrados!

Nossas formaturas na faculdade!


















Formatura da Torre, festa da Rol, a sua pizzaria!
















Aliás, várias festas...




















Nosso acidente de ônibus indo passar o final de semana em Sampa



(E apesar dos machucados ainda saímos bem nas fotos! hehehe)
















Sua despedida...












Do choro ao beijo, fica aí a lembrança minha e das pessoas que morrem de saudades de você! Amo muito!