Thursday, April 17, 2008

Tomando café...

Ontem foi um dia legal.


- Saí para gravar uma matéria com a cantora Carmem Silva. Uma figura a mulher! Em um ponto da entrevista ela tentou tomar o meu microfone. "-Deixa eu te ajudar a segurar que seu braço vai doer!". Ou seja, ela já estava avisando que ia falar muito! E falou... Qualquer jornalista sabe o desespero que dá quando um entrevistado tenta roubar o microfone!

- Saindo da entrevista, fui pegar o carro e me vi na frente do Cafeteria e Tabacaria Kahlúa. Resolvi ceder à tentação. Valeu a pena. Sentei bem ao fundo e pedi um Moka Misto: expresso, leite vaporizado, chocolates branco e preto em dose dupla! Perfeito... Muito bem acompanhada por um livro, terminei As Cinco Linguagens do Amor ali mesmo. Saí feliz da vida. Nem liguei para o super trânsito para ir para casa. Foi terapêutico! Definitivamente indico (o café e a experiência de sair sozinha para um café).

- No caminho para casa fiquei pensando no que tinha lido: qual seria a linguagem de amor de Deus? Não podemos tocá-lo fisicamente, nem dar Presentes a Ele. Ele não precisa de Palavras de Afirmação. Apesar de o servirmos com alegria, Jesus deixou claro à Marta que Maria tinha escolhido a melhor parte. Ou seja, Tempo de Qualidade. Ela se alegrava em passar tempo na presença dEle e Ele na dela. É nesse tempo que desfrutamos da intimidade. Acho que é por aí...

Tuesday, April 15, 2008

Chá de panela?

Diálogo no final do chá de panela da Iara entre uma mãe e sua filha de cinco anos:


Mãe: Aninha, vamos para casa?
Filha: Já? Mas e o chá de panela?
Mãe: Uai, tá acabando. As pessoas já estão indo embora.
Filha: Mas eu não vi. Cadê ele? Eu não bebi.
Mãe: Aninha, o chá de panela é isso. As brincadeiras com os noivos, os presentes, a reunião das pessoas...
Filha: Ah... (com a maior cara de decepção do mundo). Achei que o chá ia ser servido na panela mesmo.


Friday, April 11, 2008

É agora ou nunca

Esse foi o livro que terminei essa semana. Já estava a fim de ler algo da Marian Keyes há um tempo. Literatura leve, sem pretenções. Depois do Livro de Deus, que amei, mas que é bem denso, pensei em ler algo para relaxar. Não queria também um best seller triste, como O caçador de Pipas e A menina que roubava livros. Li e amei ambos, mas definitivamente eu queria algo que proporcionasse risadas e não lágrimas. Estava mais a fim de algo tipo Marley e eu, com o qual me diverti relativamente. Como a série que começou com Melancia e está em Los Angeles, tem feito certo sucesso, achei que seria uma boa pedida. Além disso, as capas são muito legais e sugestivas. Entrei no site americanas.com, vi os seis livros da autora e usei um aprimorado sistema de escolha: o menor preço! Comprei o mais barato e em quatro dias já estava de posse da minha nova aquisição. (Para quem não sabe, comprar livros é um dos meus maiores vícios).


Apesar das 600 páginas, o li em três dias. O início arrastado. O meio bem chato, que quase me fez desistir, mas destesto largar coisas inacabadas. O final interessante. Para ser sincera, acho que não gostei muito. Além de ser extremamente repetitivo, é do tipo que valoriza a superficialidade das pessoas e das relações, o método "beber-para-esquecer-os-problemas", entre outras coisas que não concordo. É claro que os livros desse tipo não são feitos para que se concorde com eles, mas esperava pelo menos uma narrativa mais interessante, personagens menos estereotipados e óbvios. Acho que a autora poderia ter contado a mesma história com 200 páginas a menos. Ainda estou pensando se encaro outro da Marian para ver se tive o azar de escolher o pior título da série... mas enquanto isso comecei ontem As 5 linguagens do amor, do Gary Chapman. Muita gente já me indicou e achei que agora era um bom momento. Mas continuo na busca por livros leves para abstrair... Aceito sugestões.

Thursday, April 10, 2008

Clube do cinema

Essa semana teve o Clube do Cinema, uma iniciativa de uns amigos para aproveitar as promoções que rolam durante a semana. Diante da difícil escolha por um filme que todos os envolvidos não tinham assistido, sobrou 2 dias em Paris.
Para começar, apesar de parecer, essa não é uma comédia romântica americanizada. O filme não é do estilo convencional, comercial. Ele é conduzido basicamente por diálogos, mas é bem engraçado. Então se você não gosta de filmes com muita conversa, nem pense em assistir. A história gira em torno de um casal (um americano e uma francesa) que mora em NY mas resolve passar férias na Itália. Na volta, eles optam por ficar dois dias em Paris, daí vem o nome do filme.

O legal é que em nenhum momento mostra a capital francesa tradicional, a "cidade das luzes", mas sim a cidade pelo ponto de vista de quem mora lá. Ou seja, os contrastes da Paris que se vende e da Paris em que se vive. Da mesma forma o enredo mostra os contrastes do casal: um típico americano neurado com ataques terroristas (que só fala inglês) e uma típica francesa liberal; mas que só se revela assim ao voltar à sua cidade. Os diálogos são recheados de ironia e sarcasmo, que conduzem toda a história e mostram também o lado nem sempre bonito de uma relação a dois. Destaque para o belo texto final, em que a personagem Marrion encerra divagando sobre sua vida e relacionamentos.

2 dias em Paris. 2 pessoas. 2 estilos de vida que formam 1 casal. Pensando assim, não tinha nem jeito do filme ser diferente.

Tuesday, April 8, 2008

Atualizando...

Dias bem bons...
- Teve o aniversário do Fred...
- Teve o casamento da Lu em Brasília, que foi maravilhoso (incluindo a última noite de solteira dela só com as meninas na casa da Talita. Gostei tanto da idéia que quero fazer o mesmo!)...
- Teve um beijo na Pri no aeroporto de Sampa que até compensou as 4 horas de espera pelo vôo cancelado (aliás, o que mais fiz foi ficar em aeroporto. Somando as últimas viagens dão umas 15 horas só de espera. Aliás, já disse o quanto odeio a Tam e a Varig? rs. )...
- Teve o Troféu Talento em Sampa, em que trabalhei com força, mas que me proporcionou ótimos momentos, como ver a Mari, o Pedro, o Rafa, a Teca e mais pessoas queridas...
- Teve a viagem para Cuiabá...
- Teve o passeio na Chapada dos Guimarães (que lugar maravilhoso é aquele?????)...
- Teve a conversa com a Fê pelo telefone que me fez a pessoa mais feliz do mundo...
- A convesa com a Vet, o Lucas e o Bruno pela webcam (atendendo a pedidos.rs)...
- O encontro com as meninas da faculdade (faltou a Lê)...
- E mais umas outras coisas legais (e outras nem tantas).

E a vida continua...




A única foto tirada no Troféu foi com a Teca e sua barriga crescente! O encontro de 2 minutos que foi uma delícia...


Olhando agora as fotos, acho que a visita a Chapada merece um post exclusivo... Fica para depois!


Monday, March 24, 2008

Cansada, machucada, mas PLENA!

Estado de graça, é assim que me descrevo após o Congresso do DT. Não há palavras suficientes para dizer. Hoje estou acabada. Nunca vi meu joelho tão roxo, meus pés tão machucados e não tem uma parte sequer do meu corpo que não doa. Mas ao mesmo tempo, como estou feliz... Sabe aquela sensação de plenitude em Deus? Me sinto tão assim... Plena... Completa... Repleta...

Comentários e impresões sobre o que vivi no congresso:

- Por Deus tudo vale a pena.
- Não há nada melhor nessa vida do que a presença dEle, daquele jeito bem perto...
- Quando olhamos para a vida com a ótica de Cristo, tudo muda.
- A minha sorte Ele mudou, literalmente, diante dos meus olhos.
- Todos precisam recomeçar, sempre.
- Entendi muita coisa nesses dias...

Se fosse por mim continuaria "estatelada" no chão até agora lá no Chevrolet, recebendo de Deus. Mas a vida continua... agora com novas promessas.

Para encerrar, só digo: Jesus Cristo está vivo!!!!!!!

Ps: Para quem tiver curiosidade, o site de cobertura ainda está no ar.

Monday, March 17, 2008

Semana Santa

Há nove anos eu faço a mesma coisa nesse feriado: Congresso de Louvor do DT. Não me lembro de ter feito outra coisa nessa época e esse ano não será diferente. De quinta a domingo estarei integralmente no Chevrolet Hall (esse ano devido a complicações no Mineirinho tivemos que mudar de lugar). E confesso (morrendo de vergonha) que já existiram momentos que não fiquei muito feliz em não ter flexibilidade nesse feriado.

Essa semana estava moderando o blog da Ana e vi um comentário lembrando de um acontecimento do 4º Congresso. Fui conferir no Youtube. E de um vídeo me perdi em vários... Uau... Os que têm a participação do Dennis Jerningan são singulares. Os do 2º, quando ainda aconteciam na igreja, nos mostram tão novos... À medida que vasculhei a internet procurando essas memórias, encontrei bem mais do que esperava. Achei momentos que foram cruciais para minha vida. Definitivamente cada congresso me marcou muito... e esses vídeos me ajudaram a lembrar disso. Como me fez bem assistir. Vi a fidelidade de Deus e me arrependi profundamente por muitas vezes não conseguir entender aquilo que vai além dos meus olhos e sentimentos momentâneos. Como me deu saudade dos congressos anteriores...

Bem, não sei o que você fará nesse feriado, mas te digo uma coisa: mal posso esperar para o primeiro culto amanhã a noite...

Aí vai o primeiro vídeo que assisti. Se você animar, assista aos outros que aparecem relacionados.


Friday, March 14, 2008

Constatações...

Ontem eu e o Fred fomos "passear" no Salão Imobiliário que está acontecendo na Serraria Souza Pinto, em BH. Vi um outdoor e achei que seria interessante dar uma olhada em apartamentos na planta. Fomos. Abaixo estão nossas constatações:


1- Em 2 anos o Buritis explodirá. Não há a mínima condição física e geográfica da Mário Wernek aguentar o trânsito de universidades, empresas e dos milhares de milhares de prédios que estão surgindo ali.
2- Não quero morar no Buritis.
3- As construtoras acham que te dar um notebook de brinde te fará comprar um ap de R$500.000,00.
4- Só pise nesse lugar se você tem cara de rico. Caso contrário não serão capazes de te oferecer nem um copo d'água nos stands.
5- Aliás, se você não tem cara de rico nem ouse pedir informações. Pode ser que os agentes te olhem de cima abaixo antes de pensar se sorriem ou não.
6- Acho que não gostei da experiência...rs.

Wednesday, March 12, 2008

O livro de Deus

Comecei a ler um livro novo essa semana. Se chama O Livro de Deus - A Bíblia romanceada. São 800 páginas de histórias bíblicas contadas de uma maneira diferente, sem aquela linguagem pesada das Escrituras. De uma forma simples, o autor narra o que todo cristão já está cansado de saber, mas com um apelo literário irresistível. Saca só esse trecho em que Lia conta como foi a reação de Jacó ao saber que tinha se casado com a mulher errada:

"Quando meu marido descobriu que eu não era minha irmã, não o culpei pela zanga. Já contava com aquela reação. Só esperava que ele não me espancasse, e de fato não o fez. Mal olhou para mim. Para mim, fique isso bem claro. Ele não via Lia. Via não-Raquel. (...) Disse a mim mesma que não o amaria. Mas fracassei."


E por aí vai. Estou amando a leitura que segue bem rápida, transformando a escrita difícil da Bíblia em um romance delicioso. Definitivamente recomendo, inclusive para quem nunca teve muita paciência para se debruçar sobre a Palavra, ou para quem a ama tanto que quer conhecer mais.
Fica aí a dica.

Tuesday, March 4, 2008

Um dia com uma grande nuvem

A primeira vez que o vi, ele tinha dez anos de idade. E o vi sozinha, pela TV, enquanto ele fazia a propaganda daquele brinquedo Lego. Dali em diante parava sempre que o tal comercial passava. Foi assim que me "apaixonei" platonicamente pelo Fred, que por coincidência foi parar no mesmo colégio que eu no ano seguinte. Sabe aquela história de borboletas na barriga? Senti isso aos 11 anos ao vê-lo andando pelo pátio do Colégio Batista na 5ª série. Até ele saber que eu existia passaram-se dois anos. Até lá admirei muda aquele menino lindo, loiro dos olhos verdes, do jeito que sempre sonhei.


Em 1997 a situação inverteu e foi ele quem passou a gostar de mim em silêncio. Nunca tínhamos conversado. Nunca tínhamos trocado olhares, até o ano seguinte. Ele, o garoto mais lindo da escola. Eu, uma aluna bem conhecida. Lembro de nos olharmos a distância pelas janelas da sala de aula. Lembro de um dia, no pátio, em que cruzamos olhares ao passarmos um pelo outro. Lembro das minhas amigas fazerem festa ao ver que ele se aproximava. E foi assim, aos poucos, que ele deixou de ser minha paixão platônica para se tornar meu amigo. Foi numa tarde no colégio. Vários alunos ficaram para fazer trabalho e por acaso dividimos a mesma mesa amarela com outros colegas. Entre papos e tentativas de registrar meu nome na mochila com corretivo, fizemos uma aposta. Eu descobriria a data de aniversário dele e pediria algo em troca. Mal podia imaginar que era o dia seguinte. Custei, mas descobri. O prêmio? Ele escolheu. Dia 12 de junho de 1998 começamos a caminhar juntos.


Durante esse tempo nos separamos, vivemos outras histórias, conhecemos outras pessoas, nos machucamos e ferimos outros também, mudamos muito, crescemos. Hoje, ao olhar para trás, agradecemos a Deus por tudo. De uma forma dura descobrimos que os planos de Deus são mais elevados que os nossos. Aprendemos que quando estamos juntos é como se o mundo parasse, como se tudo estivesse completo, estamos em casa. Não há pessoa melhor, companhia mais agradável, sorriso mais lindo, casos mais engraçados, abraço mais aconchegante, palavras mais doces. Com ele me sinto plena. Ele é o melhor de Deus para mim. Convicção: essa é a palavra.


E as fotos abaixo são desse sábado, dia 1º de março. Amigos em comum, famílias e nós. Um dia de festa, que uma nuvem enorme fez chover o dia inteiro, mudando os nossos planos para algo infinitamente melhor. A nuvem foi a forma que o nosso Deus se fez visível em todo tempo. Sabe o que é perfeito? Foi a nossa noite...

Pensando naquela menina que procurava na TV um comercial aos 10 anos de idade, isso parece até um sonho...